QUE TAL O IMPOSSIVEL – Foto – REGINALDO
De 18 de setembro a 3 de outubro, a cidade terá 10 noites de espetáculos incríveis,
gratuitos e para todas as idades, nos palcos do Espaço Cultural Pés no Chão
e do Centro Cultural Waldemar Belisário.
Com anos de história repleta de diversidade – da dança contemporânea e do balé clássico à
dança de rua, à dança-teatro, ao circo e acrobacia -, o Dança e Movimento já é mais que
tradição. Tanto para quem mora em Ilhabela, Litoral Norte e Vale do Paraíba, como também
para a comunidade da dança no estado de São Paulo. Mais de 350 espetáculos já passaram
pelo festival de longa data, chegando a um público de cerca de 50 mil pessoas.
Neste ano, o Dança e Movimento traz mais de 30 artistas e grupos, sempre seguindo à risca
a receita infalível do festival: mesclando companhias consagradas e premiadas a grupos
locais profissionais e amadores. São diversos tipos de linguagens, origens e estágios,
oferecendo ao público um amplo panorama das artes da dança e aéreos.
O festival começa com a Cia de Dança de São José dos Campos, que vem pela terceira vez
ao festival, agora com “O Mundo de Tludi: Bem-vindos ao Planeta Terra”, em 18 de
setembro (6ª feira, às 20h), no palco do Centro Cultural Waldemar Belisário, localizado na
Vila, Centro Histórico de Ilhabela. O espetáculo conta a saga de um pequeno ser que realiza
uma jornada geométrica por diversos planetas até chegar à Terra. Dirigido por Lili deGrammont, bailarina que já passou pelos consagrados Cisne Negro Cia de Dança, Balé da
Cidade e Quasar. A trilha sonora é de Ed Cortes, proeminente músico e compositor,
responsável pela trilha sonora do filme Cidade de Deus, e o figurino, da Ecotece – Instituto
de Moda Sustentável.
No sábado, 19 de setembro, às 20h, também no Centro Cultural Waldemar Belisário, a
Cisne Negro Cia de Dança, uma das maiores do país e parceira do festival há inúmeras
edições, apresenta dois espetáculos inspirados em artistas icônicos: “Que tal o impossível?”
e “Ziggy – Tributo a David Bowie”.
Que tal o impossível / crédito: Reginaldo Azevedo
“Que tal o impossível?”, mesmo nome de uma música de Itamar Assumpção, homenageia
o universo sonoro e teatral do artista, explorando movimentos contemporâneos e lúdicos. A
coreografia é do renomadíssimo Jorge Garcia, que já veio em diversos Dança e Movimento e
traz dois trabalhos próprios e imperdíveis nos últimos dois dias de festival. A direção musical
é de Maurício Badé e Bruno Buarque e a curadoria musical de Anelis Assumpção.
“Ziggy – Tributo a David Bowie” é uma obra inspirada na discografia deste artista eclético e
inovador, concebida pelo premiado coreógrafo e bailarino brasileiro Mário Nascimento. A
direção artística é de Dany Bittencourt e os figurinos do conceituado Fábio Namatame.
No domingo, 20 de setembro, às 20h, é dia da Mostra de Dança, com mais de 10
coreografias criadas em instituições de São Sebastião e Ilhabela. Sobem ao palco grupos de
Danças Urbanas, Ballet Clássico, Jazz, Dança do Ventre e Dança Cigana da Fundação Arte e
Cultura de Ilhabela; Grupos de Dança Contemporânea e Jazz da Fundação Educacional e
Cultural de São Sebastião; Cia Jovem NAVU; Studio Anderson Rodrigues; Ballet MMAD;
Biocinésia; Corpo Estável de São Sebastião; Grupo Melhor Idade de Ilhabela e Grupo de
Dança Pés no Chão.Após o primeiro final de semana, as apresentações migram para o Espaço Cultural Pés no
Chão. Na 4a e 6ª feira, 23 e 25 de setembro, às 20h, acontece o espetáculo Ai, ai, ai… Ilha!,
com concepção e direção de Juliana Andrade, que está à frente do Grupo de Dança e Aéreos
do Pés no Chão. A obra é uma homenagem à Ilhabela, parte dos sítios concheiros, passa pela
escravidão, formação dos povos caiçaras e diversos períodos. A trilha e o cenário da peça
estão na projeção de vídeo que atravessa todo o espetáculo, co-dirigido por Luiza Bernardo.
Em algumas passagens, a música ao vivo fica por conta de Ana Pires e Fidura Cardial.
O 27º Festival continua por duas semanas com uma programação incrível que será divulgada
com detalhes. Ainda tem: Jorge Garcia Companhia de Dança, Studio de Dança Anderson
Rodrigues, Guilherme Torres, Grupo de Dança e Aéreos do Pés no Chão e a Mostra de
Aéreos com cerca de 10 apresentações. Informações sobre todos os espetáculos estão em
www.pesnochao.org.br. Veja também o Instagram: @pesnochao20
O Dança e Movimento é uma realização do Espaço Cultural Pés no Chão em parceria com a
Prefeitura de Ilhabela, através da Secretaria de Cultura, com apoio técnico da FUNDACI.
Sobre o Pés no Chão
O Espaço Cultural Pés no Chão é uma OSCIP que atua desde 2001 no desenvolvimento de
projetos com crianças, adolescentes e jovens no município de Ilhabela, realizando a criação
de produtos culturais, como espetáculos de teatro, dança e aéreos circenses, que são
apresentados para a comunidade. Nesses mais de 20 anos, suas oficinas atenderam mais de
4 mil alunos, que entraram em cena no palco do Pés no Chão. Além disso, já promoveu
aproximadamente 500 espetáculos profissionais e amadores, traçando um caminho
importante de formação de plateia e de democratização cultural.
AGENDA dos 1os espetáculos:
18/09, 20h, 6a f – “O Mundo de Tludi” (Cia de Dança de São José dos Campos)
19/09, 20h, sáb – “Que tal o impossível?” e “Ziggy” (Cisne Negro Cia de Dança)
20/09, 20h, dom – “Mostra de Dança” (10 grupos)
Local: Centro Cultural Waldemar Belisário: R. da Padroeira, 140 – Vila
23 e 25/09, 20h, 4a e 6af – “Ai, ai, ai… Ilha!” (Grupo de Dança e Aéreos do Pés no Chão)
Local: Espaço Cultural Pés no Chão: R. Macapá, 72 – Barra Velha
Ingressos: em todos os espetáculos não será necessária a retirada de ingressos, sendo a
entrada realizada por ordem de chegada. No Espaço Cultural Pés no Chão, o limite é de
186 pessoas e, no auditório do Centro Cultural da Vila, é de cerca de 600 pessoas.
